Close Menu
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Rio Verde FM sexta-feira, 25 setembro
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    ‘Quero contribuir com a Justiça e não mais com Bruno’, diz irmão do goleiro

    março 10, 2026

    Em depoimento, irmão de Bruno diz saber onde está ossada de Eliza

    março 10, 2026

    Polícia do PI cumpre precatória e ouve testemunhas no caso Eliza Samudio

    março 10, 2026

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    Irmão de Rick se emociona ao lembrar momentos com o cantor: ‘Eu prefiro falar do Gê’

    setembro 25, 2026

    O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a morte de professora de pilates em hospital no TO

    setembro 25, 2026

    Tocantins deve registrar 39 ºC com previsão de chuva no fim de semana

    setembro 25, 2026

    Vítimas detalham agressões e ameaças de líder religioso indiciado por 19 crimes no TO

    setembro 25, 2026

    Grupo Pagode vence o Estrelas da Casa

    setembro 25, 2026

    ‘Chega a ser cruel’, diz Roberta Miranda sobre 1 milhão de novos seguidores de Rick após morte

    setembro 25, 2026

    ‘Minha Melhor Amiga’ leva 4 milhões ao cinema e vira desculpa perfeita para ‘encontrão’ de amigos

    setembro 25, 2026

    Uana acende ‘Estrela’, álbum em que amplia a conexão dos ritmos do Recife com o universo da música eletrônica

    setembro 25, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Irmão de Rick se emociona ao lembrar momentos com o cantor: ‘Eu prefiro falar do Gê’

    setembro 25, 2026

    O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a morte de professora de pilates em hospital no TO

    setembro 25, 2026

    Tocantins deve registrar 39 ºC com previsão de chuva no fim de semana

    setembro 25, 2026

    Vítimas detalham agressões e ameaças de líder religioso indiciado por 19 crimes no TO

    setembro 25, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Rio Verde FM
Home»Entretenimento»Exposição sobre os 60 anos da Jovem Guarda reaviva movimento pop criado em 1965 com rebeldia sem causa
Entretenimento

Exposição sobre os 60 anos da Jovem Guarda reaviva movimento pop criado em 1965 com rebeldia sem causa

fevereiro 27, 2025Nenhum comentário0 Visitas

‘Castelo’ do reino encantado das tardes de domingo não teria sido erguido sem o carisma e as canções de Roberto Carlos, rei da juventude até 1968. Imagem da exposição ‘Jovem Guarda 60 anos’, aberta hoje, 27 de fevereiro, em São Paulo no Museu da Imagem e do Som (MIS)
TV Record – Acervo MIS / Divulgação
♫ ANÁLISE E MEMÓRIA
♪ A exposição Jovem Guarda 60 anos – aberta hoje, 27 de fevereiro, pelo Museu da Imagem e do Som (MIS) em São Paulo (SP) – joga luz sobre o primeiro movimento musical do universo pop brasileiro.
Entranhada na memória afetiva da música brasileira, a Jovem Guarda amplificou para todo o Brasil, a partir de 22 de agosto de 1965, data da estreia do programa apresentado pela TV Record nas tardes de domingo, uma onda de rebeldia adolescente detonada com a explosão mundial do grupo inglês The Beatles em 1964.
Só que essa rebeldia, a rigor, era sem causa social e gerou mudanças superficiais de comportamento, exemplificadas pela obstinação dos brotos da época em parecerem com Roberto Carlos (personificação do galã bem apessoado e romântico) – no caso dos rapazes às voltas com carrões pilotados em ritmo de aventura juvenil – ou com a musa Wanderléa, terna inspiração para os cabelos e os figurinos das meninas.
Entre Roberto e Wanderléa, havia Erasmo Carlos (1941 – 2022), símbolo da virilidade masculina, lapidada com (forjada) fama de mau e controlada pelo moral rígida da tradicional família brasileira. Tanto que o Tremendão chegou a ficar na mira da lei por suposto envolvimento com garotas menores de idade.
Sim, a reboque de um cancioneiro quase sempre pueril e muitas vezes aliciante pela simplicidade romântica, a Jovem Guarda promoveu revolução de costumes com a liberdade consentida pela sociedade brasileira. Mas nunca foi fundo nessa revolução. Tanto que, dentro do universo da Jovem Guarda, nunca se falou que o Brasil vivia sob ditadura instaurada em 1964. Ao contrário. Os ídolos do movimento pop agiam como se morassem em um reino encantado, longe da politização das canções da inflamada era dos festivais.
O programa Jovem Guarda foi exibido até 24 de outubro de 1968, mas já sem força no último ano. Sentindo que a onda já começava a baixar, Roberto Carlos saiu do comando da atração em janeiro de 1968, deixando vago o trono de rei da juventude brasileira para começar bem-sucedido processo de transição para o universo adulto da música romântica.
Mas Roberto também deixou canções. Grandes canções e rocks compostos com o parceiro Erasmo Carlos. É esse cancioneiro que fez com que a Jovem Guarda atravessasse gerações sem perder a aura de encantamento.
Sob prisma estritamente musical, é justo reconhecer que a Jovem Guarda criou ídolos, ditou modas, remodelou costumes e introduziu a guitarra elétrica na música brasileira para desespero da purista ala nacionalista que defendia um som brasileiro imune às influências do pop que dominava o mundo no embalo do iê-iê-iê romântico.
É também justo reconhecer, nessa ebulição musical, a genialidade do guitar hero Renato Barros (1943 – 2020), no exército da juventude, o toque fundamental do órgão do tecladista Lafayette Coelho (1943 – 2021) na arquitetura da sonoridade da Jovem Guarda, o pioneirismo do acento black posto no movimento pelo compositor Getúlio Côrtes – autor de músicas como Negro gato (1965), Eu só tenho um caminho (1971) e O tempo vai apagar (1968), esta em parceria com Paulo César Barros – e as contribuições individuais e pontuais de compositores como Luiz Ayrão (autor de Nossa canção e Ciúme de você, hits de 1966 e 1968 na voz de Roberto Carlos), Martinha (criadora da canção Eu daria a minha vida, de 1967) e Lilian Knapp (1948 – 2025), parceira de Renato Barros na balada Devolva-me (1966).
Não se faz um movimento sozinho. Mas o castelo do reino encantado da Jovem Guarda não teria sido erguido sem a força, sem o carisma e sem as canções do rei da juventude. A música de Roberto Carlos é a base sólida do movimento pela grandiosidade do cancioneiro composto com Erasmo.
A Jovem Guarda teve muitos ídolos. Erasmo, Wanderléa, Jerry Adriani (1947 – 2017), Wanderley Cardoso, Eduardo Araújo, Leno & Lilian… Mas Roberto era o rei da juventude que mandou tudo para o inferno em 1965, na batida do rock, porque sofria por amor. Rei que, a rigor, sempre ambicionou o céu estrelado dos amantes apaixonados.
Sem o cancioneiro de Roberto e Erasmo Carlos, e sem algumas (eventuais) boas músicas de outros compositores, o repertório da Jovem Guarda soaria bastante irregular, posto que povoado por versões em português de baladas e rocks estrangeiros. Roberto e Erasmo impediram que o cancioneiro da Jovem Guarda soasse como mera xerox do repertório de Beatles e Cia.
Não é por acaso que, finda a Jovem Guarda, somente Roberto e Erasmo conseguiram se firmar para valer com obras autorais a partir dos anos 1970, década em que muitos ídolos do movimento migraram para o universo sertanejo, caso de Sérgio Reis, ou para o universo da música dita cafona, herdeira do sentimentalismo simplório do cancioneiro das jovens tardes de domingo.
É o apelo do repertório de Roberto Carlos – incluído aí também as canções de Getúlio Côrtes, Luiz Ayrão, Martinha e Renato Barros gravadas pelo cantor – que faz com que a Jovem Guarda chegue aos 60 anos no embalo de onda boa de nostalgia que se ergue pela exposição do MIS, calcada no acervo particular do jornalista Washington Morais, dono de expressiva arqueologia sobre esse movimento pop que gerou até gírias. E o tempo não vai apagar essa brasa, mora?

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Grupo Pagode vence o Estrelas da Casa

setembro 25, 20260 Visitas

‘Chega a ser cruel’, diz Roberta Miranda sobre 1 milhão de novos seguidores de Rick após morte

setembro 25, 20260 Visitas

‘Minha Melhor Amiga’ leva 4 milhões ao cinema e vira desculpa perfeita para ‘encontrão’ de amigos

setembro 25, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

‘Achava normal’: Fezes em formato de ‘fita’ é um dos alertas para câncer colorretal; relembre fala de Preta Gil

julho 22, 2025518 Visitas

Veja outros looks polêmicos de Bianca Censori, esposa de Kanye West que apareceu nua no Grammy 2025

fevereiro 4, 2025389 Visitas

Lucas Lucco mostra o pênis em vídeo tomando banho, apaga post e diz ‘foi mal’

dezembro 18, 2024282 Visitas

Estupro em ponto turístico de Palmas ocorreu em frente à viatura e base de segurança; polícia investiga

fevereiro 18, 2026130 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

kingbetting kingbetting giriş kingbetting güncel jojobet jojobet giriş jojobet güncel ngsbahis ngsbahis giriş ngsbahis güncel casibom casibom giriş jojobet jojobet jojobet jojobet Ngsbahis Ngsbahis giriş Ngsbahis güncel ngsbahis ngsbahis giriş ngsbahis güncel jojobet jojobet giriş jojobet güncel jojobet fixbet fixbet giriş fixbet güncel giriş meritking meritking güncel meritking giriş meritking meritking güncel meritking giriş matbet matbet giriş matbet güncel matbet matbet giriş matbet güncel pusulabet pusulabet giriş pusulabet güncel pusulabet pusulabet giriş pusulabet güncel